sábado, 27 de setembro de 2025

UM POUCO SOBRE OS MARQUES, MEUS ANTEPASSADOS

Por Leonardo Borgheti Marques Falarini Belotti

A tradição familiar dita que algum dos antepassados do casal Geraldo Marques e Auta da Silva teria origens indígenas, de alguma tribo localizada no Norte do Brasil, talvez, no Pará. A documentação escassa não permite que tal informação seja conformada com clareza, mas perpetuou-se a história de que tal ascendente teria sido raptado, retirado de sua terra natal e conduzido à força, pelo laço, para o sul de Minas Gerais, havendo descendência.

Geraldo Marques, lavrador, nasceu no dia 18 de novembro de 1921, no bairro do Campestre, Município de Muzambinho, MG, filho de José Marques Sobrinho e de dona Luiza Candida da Silva, sendo avós paternos o senhor Florentino Marques de Oliveira e Theodora Maria de Jesus, e maternos, José Roque do Nascimento e Maria Julia da Silva. Seriam seus irmãos, Maria, Geralda, José, Amadeu e Aparecida.

No dia 27 de julho de 1946, em Tapiratiba, SP, ele casou-se com a senhorita Auta da Silva, natural de Monte Belo, MG, onde nasceu no dia 6 de outubro de 1924, filha de Saturnino Borges da Silva e de Ana Antonia de Jesus, sendo ele filho de João Godoy da Silva e de Ana Godoy da Silva, e ela, do casal Valentim e Ana Lourenço. Eram seus irmãos: Luiz, João, Ana, Zina, Arlindo, Olimpio e Sebastião.

O casal habitava, à época do casamento, a fazenda Limeira, no município de Tapiratiba, local onde nasceram seus primeiros filhos. Na década de 1950, uma proposta melhor de emprego surgiu no Paraná, na fazenda Maragogipe, então propriedade do deputado, Ulysses Guimarães, pai da Constituição Federal de 1988. Após alguns anos de trabalho rural no Paraná, a família voltou para o sul mineiro, percorrendo algumas cidades da região, como Guaxupé e Guaranésia, antes de se estabelecerem em definitivo na cidade de Arceburgo. Geraldo Marques, durante vários anos, foi fiscal na fazenda da Grama. Passado algum tempo, estabeleceram-se na fazenda Santa Maria, até que, por fim, retornaram para a cidade.

Auta faleceu em Arceburgo no dia 30 de maio de 2005; Geraldo falecera alguns anos mais tarde, em 6 de junho de 2012.

Deixaram os seguintes filhos: Vicente; Venicio; Valmiro José; Osmar; Osmir; Cleuza; Cecilia das Graças; e Sonia Helena. Seus descendentes residem em diversas regiões dos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.


Na esquerda para direita: Geraldo Marques, Antonia de Fátima Borgheti Marques, Venicio Marques e, no colo, o autor.


Da esquerda para direita: Auta da Silva Marques, Caroline Marques Borgheti, Anna Melati Borgheti, o autor e Paula Borgheti Mariano.


CAPITÃO BENJAMIN DINAMARCO

  UM NOME ESQUECIDO DA POLÍTICA MOCOQUENSE Leonardo Borgheti Marques Falarini Belotti Instituto Histórico e Cultural de Arceburgo Inst...