DO PROJETO DA PONTE DO RIO CANOAS AOS CONTATOS DE EUCLIDES DA CUNHA COM MOCOCA E CASA BRANCA NO CONTEXTO DO TRIÂNGULO CULTURAL
Leonardo Borgheti Marques Falarini Belotti
Resumo: A participação de Euclides da Cunha na região de São José do Rio Pardo não limitou-se apenas à construção da ponte do rio Pardo e a escrita d’Os Sertões. Elaborou duas outras pontes. No plano físico, ao autor, em 1898, foi incumbida a elaboração de laudos e projetos sobre a ponte no rio Canoas, em Mococa, SP, pelo Governo do Estado de São Paulo. No plano imaterial, Euclides consolidou várias amizades com grandes nomes do passado regional, como é o caso de Humberto de Queiroz, farmacêutico de Mococa, e Lafayette de Toledo, solicitador da Comarca de Casa Branca, ambos primeiros autores da história de suas respectivas cidades e, ao lado de Euclides, confrades do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Em 2025, o Instituto Bruno Giorgi, por meio de portaria da presidência, criou o “Triângulo Cultural”, uma região que engloba São José do Rio Pardo, Mococa e Casa Branca, de modo a incentivar o intercambio cultural entre as cidades, tendo como representantes, respectivamente, Euclides da Cunha, Bruno Giorgi e Ganymedes José. O presente artigo, portanto, visa evidenciar que tal intercambio cultural vai muito além, pois personalidades marcantes de cada cidade tiveram interações entre si, o que fortalece, nos dias atuais, a ideia de fomento ao Triângulo Cultural.
Palavras-chave: Euclides da Cunha; Rio Pardo; Triângulo Cultural; Instituto Bruno Giorgi.
Contracapa da Revista de Estudos do Instituto Bruno Giorgi n°5.
“Agora, me tornei a morte, destruidor de mundos”, disse o físico, Robert Oppenheimer, o pai da bomba atômica. O medo do caos, dos reflexos da destruição, impacta, é fato. Mas aquilo que é destruído, na verdade, pode antes significar um recomeço. Em Rio Pardo, possibilitou a chegada de um engenheiro revolucionário à literatura brasileira. Euclides da Cunha chegou para remediar e, mais do que isso, para construir pontes, não apenas no sentido literal de erguer estruturas que possibilitam a travessia e o intercâmbio entre as margens de um rio.
Euclides foi além. Pontes são, na linguagem figurada hodierna, a possibilidade de estreitar laços. Da mesma forma que tais estruturas ligam as margens de um rio, as pontes no sentido figurado revelam a conexão entre os indivíduos que, separados quais as orlas de rios ou vales, se unem por alguma afinidade. Como asseverou o poeta florentino, Dante Alighieri, a “[...] operação da virtude por si só deve ser a de conquistar amigos, uma vez que a nossa existência precisa deles e a finalidade da virtude é fazer com que a nossa existência seja feliz” (ALIGHIERI, 2019, p. 125). Euclides fez amigos, e revelou em sua correspondência a falta lhe era sentida de tais amigos em seu convívio posterior à São José do Rio Pardo.
Foi por força da Lei nº 53, de 4 de agosto de 1892, promulgada pelo vice-presidente do Estado de São Paulo, dr. José Alves de Cerqueira Cesar, que foi “auctorizado a mandar construir uma ponte metallica sobre o rio Pardo, na cidade de S. José do Rio Pardo, despendendo para isso a quantia necessaria” (sic.). O respectivo projeto de lei tramitou na Câmara dos Deputados do Estado de São Paulo, advindo do Senado paulista, sob o nº 37/1892. Segundo o professor, Rodolpho José Del Guerra, uma vez autorizada a construção da ponte, em 1896, coube ao engenheiro Arthur Pio Deschamps de Montmorency a realização dos trabalhos. Euclides da Cunha esteve em Rio Pardo duas vezes naquele ano, na qualidade de fiscal das obras (DEL GUERRA, 1998, p. 7). Em 1º de agosto de 1897, tirou licença de seu cargo para acompanhar, como repórter d’O Estado de S. Paulo, a Guerra de Canudos.
A ponte ruiu. Euclides sentiu-se responsável, vez que era engenheiro-fiscal das obras. Foi para São José do Rio Pardo, em fevereiro de 1898, para reconstruir a estrutura. No casebre, às margens do rio Pardo, no canteiro de obras, nasceria Os Sertões e o euclidianismo. Euclides foi além. Fez amizades com intelectuais da época. Francisco Escobar, Jovino de Sylos, Humberto de Queiroz e Lafayette de Toledo, para citar alguns. Cerca de um mês após a retirada da última peça da ponte caída, em 30 de maio de 1898, a Secretaria de Obras de São Paulo convocou Euclides da Cunha à Mococa, cidade vizinha, “a fim de examinar a ponte que alli existe” (sic.), na região de Canoas, na divisa com Minas Gerais, no local denominado Ponte da Pedra Branca.
Era intenção do governo de São Paulo que a ponte sobre o rio Canoas fosse declarada de utilidade pública, angariando benefícios para os passantes. Para atravessar a ponte, propriedade particular, os passantes deveriam pagar uma taxa, sendo 4/000 réis para lote de cargueiros; 2/000 réis para carros de boi e /400 réis para cavaleiros. O escritor analisou a situação da ponte e atestou, em ofícios de 4 e 11 de julho de 1898, que a reforma importaria um valor de 4:308$125 réis, enquanto construir uma nova impunha 3:099$950 réis, com uma possível redução de 20%, segundo seus cálculos. Euclides atestou que a aquisição da ponte pelo Estado iria acarretar um alívio para o pequeno lavrador, que deveria arcar com o valor da tarifa para atravessá-la. Com 35 metros de comprimento e 3,5 de largura, era a via de acesso de Minas Gerais e São Paulo, fato este aduzido por Euclides, que faz referência às cidades mineiras de “Monte Santo, S. Sebastião, Muzambinho, Passos, villas de Santa Barbara, Guaxopé e Jacuhy, arraiais de S. Pedro, Pratinha, Santa Rita Velha e S. Bom Jesus da Penha” (sic.), indicando o interesse da ponte.
O projeto de lei nº 44 de 1898 tramitou na Câmara dos Deputados e no Senado, ambos do Estado de São Paulo, e foi convertido na Lei nº 566, de 27 de agosto de 1898, sendo o governo de São Paulo “auctorizado a entrar em negociações com o Governo de Minas afim de declarar de utilidade publica a ponte situada no rio ‘Canôas’, junto á estação de Canôas do ramal ferreo Rio Pardo” (sic.). Provavelmente, autoridades de São João da Fortaleza, hoje Arceburgo, conheceram Euclides da Cunha em Canoas, tendo em vista ser a primeira localidade ao entrar no Estado de Minas Gerais por aquele caminho. Em posse do Instituto Histórico e Cultural de Arceburgo, à guisa de curiosidade, está um livro com dedicatória assinada por Euclides ao médico local, dr. Herculano de Paula Borges, o que prova algum relacionamento entre tais figuras.
Acompanha o projeto, aliás, a planta da ponte existente sobre o rio Canoas, escala 1:100, de autoria de “Euclydes da Cunha, Engenheiro Ajudante de 1ª Classe”, cuja cópia permanece sob a guarda do arquivo histórico da ALESP. Paralelamente, em 21 de julho de 1899, foi pedida a desapropriação da ponte à Assembleia mineira. Era a segunda vez, pois, por projeto do deputado, dr. Américo Luz, de 09/09/1887, requeria-se a desapropriação da ponte (PEREIRA, 2025, p. 163). Somente em 1926 uma nova ponte foi erguida, por convênio entre a Câmara de Arceburgo e o Governo do Estado de Minas Gerais, e com recursos particulares de beneméritos.
A ida até Canoas, a planta da ponte e a elaboração dos dois ofícios à Superintendência de Obras, os quais foram anexados ao projeto de lei nº 44/1898, é prova documental de que a presença de Euclides fez-se sentir, também, em Mococa. Pode-se supor, ademais, que a amizade com Humberto de Queiroz tenha começado em época próxima. Ele era um farmacêutico, formado na Escola de Pharmacia de Ouro Preto, em 1886, autor da primeira monografia a tratar da história de Mococa, cidade onde chegou em fevereiro de 1887 e permaneceu até março de 1903. Republicano, político e intelectual, colaborava com o extinto jornal local, Monitor Paulista. Lafayette de Toledo, outro nome da intelectualidade regional, morava em Casa Branca, onde era político e solicitador da comarca. Era sócio fundador do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, fundado em 1º de novembro de 1894, instituição que Euclides da Cunha foi admitido como sócio em 1897. A relação dos dois provavelmente começou neste local. Ademais, Lafayette foi o autor do grande Diccionario Topographico da Comarca de Casa Branca e quem forneceu ao Euclides a correspondência de Canudos.
As únicas menções da passagem de Euclides da Cunha por Mococa são os seus dois ofícios à Superintendência de Obras, bem como, em Casa Branca, sabe-se de sua presença através de uma pequena nota d’O Estado de S. Paulo, edição de 26/11/1899, nº 7.675, cujo teor é o seguinte: “Esteve nesta cidade, de visita aos drs. Waldomiro Silveira e Lafayette de Toledo, o dr. Euclydes Cunha, illustre engenheiro e nosso distincto collaborador” (sic.). O bom engenheiro e exímio escritor fez-se presente além do rio Pardo.
Os três, Humberto, Euclides e Lafayette, não eram naturais das cidades em que residiam quando contemporâneos. Um paulista, um fluminense e um mineiro que, pelos incógnitos motivos do destino, estabeleceram contato. Os três, confrades do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, homens das letras, dotados da visão dos sábios. Provavelmente, a amizade não era tão próxima quanto a consolidada com Francisco Escobar, fato este que comprova-se pela quantidade de missivas, mas certamente os três proeminentes nomes eram intercambistas de seus trabalhos. Ademais, eram quase que da mesma idade: Toledo nasceu em 12/11/1865; Euclides, em 20/01/1866 e Queiroz nasceu em 02/02/1866.
Humberto de Queiroz, inclusive, aquele que Euclides descreveu como “sempre o mesmo aquele magnifico rapaz”, em carta à Escobar de 26/01/1903 (GALVÃO; GALOTTI, 1997, p. 146), foi o autor de um artigo, veiculado no jornal, O Rio Pardo, edição de 1º/06/1899, no qual narra uma reunião na casa de Euclydes, onde foram lidos alguns trechos da obra vindoura. Mente acurada, Queiroz entendeu a grandiosidade do trabalho literário de imediato, consignando a “sincera admiração por esse trabalho de um valor extraordinário, por esse livro que vai em breve produzir real sensação no mundo que lê” (DEL GUERRA, 1998, p. 10-11).
A ponte foi inaugurada em 18 de maio de 1901. No jornal, A Mococa, edição de 23/05/1901, consta a seguinte nota: “Realisou-se a 18 do corrente a inauguração da ponte metallica sobre o Rio Pardo na visinha cidade de S. José. Por esse motivo foi muito cumprimentado n’aquelle dia o engenheiro constructor, sr. dr. Euclydes Cunha”.
A benção da ponte foi realizada pelo padre José Thomaz de Ancassuerd, de família de Cajuru, tendo ocupado o cargo de vigário da paróquia de São Sebastião, em Mococa, de 1880 a 1883, quando foi à Rio Pardo. Ao som das bandas e dos discursos eloquentes, o povo celebrava não apenas a grandeza do monumento, mas também a figura de seu engenheiro que, decidido por remediar aquele caótico episódio do começo de 1898, trabalhou com afinco na edificação da nova ponte. Euclides e a família partiram de São José do Rio Pardo no mesmo ano, uma vez concluída a empreita.
O que sucedeu ao fato, e que consagrou o escritor, foi a publicação de Os Sertões, sua maior obra e um dos mais importantes livros da literatura brasileira, escrito mormente em São José do Rio Pardo “nos raros intervalos de folga de uma carreira fatigante” (CUNHA, 2020, p. 5). No aniversário de um ano da inauguração da ponte, sinal de que a obra aguentaria as intempéries, Euclides, em carta à Escobar, indicava sua vontade de fazer-se presente. Lamentou o fato. Esperava que quatro amigos, pelo menos fizessem-se presentes: Álvaro de Oliveira Ribeiro, João Moreira, Jovino de Sylos e o próprio Escobar. Este fez-se presente, e Lafayette de Toledo, porém, sem a presença dos “numerosos quatro amigos”, que “reduziram-se a dois” (GALVÃO; GALOTTI, 1997, p. 135).
Na vida pessoal, a infidelidade da esposa levou-o à tumba, assassinado, “salvando mais o seu nome e o seu caracter, procurando banhar em sangue, ainda quente, a sua honra ultrajada! Foi um puro e achou a morte por isso” (sic.), conforme narrou o dr. Raphael Corrêa de Sampaio, no seu discurso em cerimônia do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, de 1º de novembro de 1909 (SAMPAIO, 1912, p. 446). O semanário, A Mococa, edição de 22/08/1909, assim descreveu a tragédia da Piedade:
Euclydes da Cunha
Para nós, como por certo para o paiz inteiro, foi de sorpreza e dor a impressão produzida pela noticia da morte trágica de Euclydes da Cunha. A infidelidade de sua esposa, infidelidade por ella confessada perante a autoridade policia, foi a causa originaria do luctuoso facto, que roubou ao nosso paiz um dos seus intellectuaes de maior valia. Medeiros e Albuquerque, o talentoso e fecundo jornalista fluminense, referindo-se, na sua secção da “Gazeta” ao caso do assassinato do illustre escriptor, conclue a as pequena chronica com as seguintes palavras: “Não lhes parece que ha hypotheses em que, se o divorcio existisse, elle offereceria uma solução menos terrível para casos que, sem elle, acabam de um modo tão trágico?”Lamentando que a escassez de espaço nos inhiba de dizer mais a respeito de Euclydes da Cunha, aqui deixamos o nosso voto de sincero e profundo pezar pela grande perda que com sua morte soffreu a nossa pátria (sic.).
Euclides, em correspondência ao seu bom amigo Escobar, menciona Humberto de Queiroz, que viajaram juntos de Jacareí, cidade onde Queiroz e sua família mudaram no começo de 1903, à São Paulo. Também, menciona Lafayette de Toledo duas vezes: na citada carta do primeiro ano da ponte e em uma carta cujo teor recai em dúvidas: “O Lafaiete roeu-me, terrivelmente, a corda. Qual revistas do Instituto... qual nada! Engraçado!” (GALVÃO; GALOTTI, 1997, p. 161). Dos três, sobreviveu à década de 1910 apenas Humberto de Queiroz: Toledo faleceu em 31 de março de 1907 e Cunha, em 15 de agosto de 1909. Contudo, é curioso que Euclides da Cunha, grande literato adotado por São José do Rio Pardo; Humberto de Queiroz, o primeiro historiador de Mococa; e Lafayette de Toledo, grande historiador e escritor, tenham convivido juntos por cerca de três anos e, posteriormente, através de missivas que podem ter se perdido. Conhecer a história da região é, de certo modo, trabalhar a compreensão do espírito de coletividade, ligado cultural e historicamente.
No livro A Mococa, de sua fundação até 1900, Humberto de Queiroz consignou o seguinte: “Acompanhar e descrever o progresso de Mocóca é acompanhar e descrever a formação e progresso de Ribeirão Preto, S. Simão, Jahú, Jaboticabal, Botucatú e tantas outras, desenvolvidas como que por encanto” (sic.) (QUEIROZ, 1913, p. 139). Logo, o princípio povoador de diversas cidades do Estado de São Paulo está tão atrelado a fatores similares quanto os laços familiares de personalidades que, certamente, tiveram protagonismo no povoamento. O processo de intercâmbio histórico e cultural tem se revelado necessário e é uma meta do Instituto Bruno Giorgi, fundado em 2011 em Mococa, SP. O Triângulo Cultural, instituído pela portaria da presidência do IBG em 1º de junho de 2026, é uma região que compreende as cidades de Mococa, Casa Branca e São José do Rio Pardo, que visa demonstrar exatamente este fato.
Possui como patrono Bruno Giorgi, Ganymedes José e Euclides da Cunha, respectivamente, de modo a torná-los figuras de identificação da cultura e de seu intercâmbio regional. Quanto ao aspecto histórico, embora os três artistas sejam inegavelmente as figuras mais conhecidas de suas respectivas cidades, existem representantes que, além de terem se dedicado à história, também foram contemporâneos e amigos. No plano histórico, o Triângulo Cultural há de invocar a memória de Euclides da Cunha, Lafayette de Toledo e Humberto de Queiroz, os quais, além de grandes sumidades da história e da literatura regional, também eram amigos e colaboraram mutuamente um com o outro. Providenciaram o intercâmbio cultural mais de um século antes de o Instituto Bruno Giorgi sequer ser concebido.
“Toda tradição é uma invenção, mesmo que sem inventores [...]. Regina Abreu (1998) considera os euclidianistas os inventores da tradição euclidiana” (MASCHIETTO, 2002, p. 31), escreveu assertivamente Cármen Cecília Trovatto Maschietto. Foram os amigos e admiradores de Euclides da Cunha que formaram o euclidianismo e perseveraram na preservação de seu legado literário, intimamente atrelado à Rio Pardo. “Graças ao ambiente, em plena natureza e cercado de amigos, e em especial à figura de Escobar, [Euclides] aperfeiçoou o seu trabalho e atingiu a redação final (nunca a definitiva)” d’Os Sertões (GICOVATE, 1984, p. 146), consignou Moisés Gicovate. A amizade possibilitou Os Sertões, afinal, e, da mesma forma que Euclides formou amizades, as cidades de Mococa, São José do Rio Pardo e Casa Branca, quase irmãs de formação histórica, hão de fomentar um rico intercâmbio cultural, rememorando, dentre outros, o grande Euclides da Cunha.
Referências bibliográficas.
ALIGHIERI, Dante. Convívio. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2019;
CUNHA, Euclides da. Os Sertões. 2ª ed. Jandira: Principis, 2020;
DEL GUERRA, Rodolpho José. Conhecendo Euclides da Cunha – ano 100 (1898-1998). Coleção Municipal, vol. II. Edição do autor: São José do Rio Pardo, 1998;
GALVÃO, Walnice Nogueira; GALOTTI, Oswaldo. Correspondência de Euclides da Cunha. São Paulo: EdUSP, 1997;
GICOVATE, Moisés. Euclides da Cunha e o Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo – Os Sertões (Aspectos inéditos). In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. LXXIX. São Paulo: IHGSP, 1984;
MASCHIETTO, Cármen Cecília Trovatto. A tradição euclidiana: uma ponte entre a memória e a história. São Paulo: Arte & Ciência, 2002;
PEREIRA, Sander Rogerio Ribeiro. A estação Canoas: achegas para sua história. In: A Igreja do Morro. Mococa: KKRibeiro.com, 2025;
QUEIROZ, Humberto de. A Mocóca: de sua fundação até 1900. São Paulo: Typographia do Diario Official, 1913;
SAMPAIO, Raphael Corrêa de. Discurso proferido pelo orador official, dr. Raphael Corrêa de Sampaio, na sessão anniversaria a 1º de novembro de 1909. In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. XIV. São Paulo: Typ. do Diario Official, 1912.
(O presente artigo foi escrito e aprovado no IX Encontro científico de trabalhos acadêmicos com temáticas euclidianas e correlatas, na 88ª Semana Euclidiana)